Ressecamento da pele em época de seca causa sangramento e vermelhidão

No período da seca a preocupação com o surgimento das rachaduras nos pés e lábios aumenta. Muitas pessoas são afetadas por esse problema apenas por não se hidratarem corretamente. O ressecamento pode levar ao surgimento de feridas, com possibilidade de infecção e inflamação, ocasionando dor, inchaço, pus e vermelhidão na área afetada. 

As rachaduras nos pés podem causar sangramento e ser a porta de entrada para bactérias,  com piora significativa nesse período de seca. A médica dermatologista Ana Regina Trávolo explica como se prevenir“Para os pés é importante  a hidratação diária com cremes feitos com ureiaácido lático, lactato de amônio e silicone, entre outros compostos que podem auxiliar no tratamento e na prevenção das rachaduras e fissuras, explica.

Lábios: a boca também sofre com a baixa umidade do ar e comer frutas cítricas pode agravar esse quadro. Para manter os lábios hidratados é importante beber bastante água, usar hidratantes labiais e batons que têm a função de hidratante e evitar o uso frequente do ar condicionado, pois isso aumenta o ressecamento. Existem alguns medicamentos que podem deixar os lábios ainda mais ressecados, como a isotretinoína oral, que é um medicamento usado no tratamento da acne”, conclui a doutora.

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Corpo Clínico

Dra. Ana Regina Franchi Trávolo – Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD); membro titular da SBD; membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica – SBCD; membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia; membro da International Association of AestheticMedicine; graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto – FAMERP e fellowem Dermatologia e Laser pelo Hospital Ramon Cajal, na Espanha.

Dr. Luciano Ferreira Morgado – Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD); membro titular da SBD; membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica – SBCD; membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia; membro da International Association of AestheticMedicine; pós-graduado em Cirurgia Dermatológica, Laser e Dermatologia Estética pela FM-ABC São Paulo; graduado em Medicina pela UnB e mestre em Terapia Fotodinâmica com Nanotecnologia pela Universidade de Brasília. 

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Serviço:

Monte Parnaso – Cuidados à flor da pele

Centro Médico Júlio Adnet, SEPS 709/909, Bloco A, Clínica 9, 1° subsolo.

Contato: (61) 3263-0833 / 3263-0834

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Como manter a pele hidratada no tempo frio?

Fatores climáticos como o vento, o sol, o frio e o ar seco, são os causadores do ressecamento da pele. As substâncias químicas liberadas na utilização de detergentes e sabões causam a eliminação da gordura da pele, afetando o manto lipídico que ajuda a reter a umidade natural da pele, deixando-a desprotegida e favorecendo a desidratação, assim como em outras partes do corpo que também sofrem com o ressecamento e precisam ter uma atenção maior. Para evitar casos de rachaduras e descamação, são necessários alguns cuidados.

A médica dermatologista, Dra. Ana Regina Trávolo, explica que a hidratação deve ser feita com cremes específicos, principalmente, logo após o banho, pois a absorção do hidratante é maior com a pele um pouco úmida. “Além de usar o hidratante após o banho, ele pode ser reaplicado no decorrer do dia por quem tem a pele muito seca. É importante também ingerir bastante água durante o dia, pois a hidratação do organismo como um todo depende da água ingerida”, diz.

Quando o ressecamento da pele está num estágio mais avançado, é possível o desenvolvimento de alguns transtornos, como o eczema asteatósico, onde a pele apresenta um tom avermelhado, com coceira, descamação e fissuras. A pele ressecada fica, também, mais propensa a desenvolver quadros infecciosos, como a erisipela nas pernas e a Dermatite Atópica, nesta última as áreas irritadas aparecem principalmente nas áreas de dobras e nas bochechas.

As pessoas com pele oleosa também devem fazer a hidratação da pele, mas com algumas diferenças. A aplicação de hidratantes devem ser feita principalmente nas épocas de seca, em áreas nas quais a pele resseca mais, como nos antebraços e nas canelas. “Na região facial, nessas pessoas, o hidratante eventualmente pode ser dispensado, caso a pele seja realmente oleosa. Todavia, existem produtos hidratantes especialmente desenvolvidos para pessoas de pele oleosa, que conseguem fazer uma leve hidratação, mas sem piorar a oleosidade existente, ou causar acne”, orienta a Dra. Ana Regina.

A dermatologista explica que para manter a pele sempre hidratada não basta apenas passar os hidratantes. É necessário também, evitar os banhos excessivamente quentes, as buchas e o uso de sabonetes abrasivos, pois retiram a camada de gordura protetora da pele. “Importante usar os sabonetes e xampus só nas áreas mais necessárias, como axilas, couro cabeludo, pés e região genital”, completa.

 

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Dra. Ana Regina Franchi Trávolo – Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD); membro titular da SBD; membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica – SBCD; membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia; membro da International Association of Aesthetic Medicine; graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto – FAMERP e fellow em Dermatologia e Laser pelo Hospital Ramon Cajal, na Espanha.

Dr. Luciano Ferreira Morgado – Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD); membro titular da SBD; membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica – SBCD; membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia; membro da International Association of Aesthetic Medicine; pós-graduado em Cirurgia Dermatológica, Laser e Dermatologia Estética pela FM-ABC São Paulo; graduado em Medicina pela UnB e mestre em Terapia Fotodinâmica com Nanotecnologia pela Universidade de Brasília.

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Cuidados com os cabelos das crianças no período escolar!

O ambiente escolar é um dos locais mais comuns para ocorrer a transmissão de piolhos entre as crianças. Com a volta às salas de aulas, os pais se preocupam para que os pequenos não sejam acometidos pelo pequeno inseto, que causa muita coceira e pontos vermelhos na nuca. A proliferação do piolho se dá pelo contato pessoal e mais raramente pelo compartilhamento de chapéus ou escovas de cabelo contaminadas.

criancas

O médico dermatologista Luciano Morgado diz que o aparecimento dos piolhos pode ser percebido através das lêndeas (pontos brancos) aderidas nas hastes dos fios de cabelo. “Em alguns casos pode ocorrer infecção secundária na pele, resultando na formação de crostas amareladas, podendo haver febre”, orienta o especialista.

 

Para o tratamento do piolho são utilizadas algumas substâncias para minimizar a proliferação do inseto, todas elas devem ser acompanhadas por um dermatologista para que se obtenha o melhor resultado. A higienização do couro cabeludo se faz necessária, assim como o uso de soluções escabicidas, como a permetrina a 5%, benzoato de benzila a 25%, monossulfiram a 25% (diluído em 3 litros de água) e deltametrina.

 

“Tais soluções são aplicadas em um dia, repetindo-se a aplicação após uma semana. Em casos mais resistentes pode ser utilizado o medicamento Ivermectina por via oral. É importante também retirar as lêndeas (ovos do inseto), uma vez que o escabicida não as mata”, explica Luciano. Diluir o vinagre na mesma quantidade de água e passar pente fino nos cabelos auxilia na extração. Estas substâncias ajudam na remoção mecânica mas não matam o piolho ou a lêndea.

 

A roupa de cama deve ser trocada diariamente, lavada e depois passada a ferro. Os pentes usados devem ser  lavados e desinfetados com álcool.

 

Transmissão do piolho

– Piolho não pula.
– Piolho não voa.
– Piolho não é sinal de falta de higiene.
– Piolho não consegue infectar seu animal de estimação.

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Dra. Ana Regina Franchi Trávolo – Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD); membro titular da SBD; membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica – SBCD; membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia; membro da InternationalAssociationofAesthetic Medicine; graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto – FAMERP e fellow em Dermatologia e Laser pelo Hospital Ramon Cajal, na Espanha.

Dr. Luciano Ferreira Morgado – Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD); membro titular da SBD; membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica – SBCD; membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia; membro da InternationalAssociationofAesthetic Medicine; pós-graduado em Cirurgia Dermatológica, Laser e Dermatologia Estética pela FM-ABC São Paulo; graduado em Medicina pela UnB e mestre em Terapia Fotodinâmica com Nanotecnologia pela Universidade de Brasília.

 

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